
Desde 1985
41 anos,
o mesmo forno.
Isto começou com uma família, um forno de lenha e a teimosia de fazer as coisas como devem ser feitas. Continua exatamente igual.
Há coisas que não se modernizam. Assar leitão é uma delas.
Não temos forno elétrico. Não temos temporizador. Temos lenha, um forno de tijolo e alguém que sabe olhar para o lume e perceber quando está no ponto. Isso não se ensina num manual — passa-se de mãos para mãos, ao longo de anos.
O que mudou, ao fim de 41 anos, foi tudo à volta. Hoje as pessoas querem encomendar às onze da noite pelo telemóvel, querem saber quanto custa antes de ligar, querem congelados para a semana em que não dá para cozinhar. É a isso que estamos a responder — sem mexer numa vírgula da receita.


O caminho
Como cá chegámos.
- 1985
Abre a porta
Uma cozinha pequena no Feijó, um forno de lenha e a ideia de que se pode fazer leitão à Bairrada sem ir à Bairrada.
- Anos 90
A voz corre
Primeiro foram os vizinhos. Depois as festas de família. Depois os batizados de meia Almada. Nunca houve publicidade — houve quem falasse.
- Anos 2000
Para além do leitão
Os petiscos, os assados, a doçaria. E o congelador, para quem queria ter comida a sério em casa sem cozinhar.
- Hoje
A mesma cozinha
Mudaram as caixas, mudou o site, mudou a forma de encomendar. O forno é o mesmo e o tempero também.